segunda-feira, 21 de março de 2011

Entrevista com Jesse McCartney -- JJJ Exclusive (Parte I)


Jesse McCartney lê um  excerto de “The Very Busy Spider” por Eric Carle no The Wonder Of Reading’s Explore-A-Story: A Celebration Of Books (“A Maravilha da Leitura é Explorar uma Estória: a Celebração dos Livros”) que aconteceu no Arclight Cinemas em Hollywood no domingo à tarde (19 de abril). JJJ recentemente se encontrou com o músico de vinte e dois anos de idade e conversou sobre música, vídeos engraçado do YouTube e o que ele faz para se manter saudável. Dá uma olhada:

JJJ: Quando você escreve uma nova música, com o que começa – letra, instrumentação, ambos?
JM: Depende. Eu, geralmente, gosto de uma progressão de acordes ou algo para começar para eu poder pôr uma melodia. Mas, muitas vezes, você começa com um conceito – dizendo algo que todos sabem, mas de uma maneira diferente e então meio que começa por aí.

JJJ: Como você entrou no show business?
JM: Nasci aqui em Maanhattan e morei em Chelsea com meus pais num apartamente até eu ter, tipo, três anos de idade. Daí meus pais se mudaram para o subúrbio para criar uma família.

JJJ: Você tem algum irmão?
JM: Na verdade, minha mãe apareceu com mais dois. Tenho uma irmã que agora de 17 anos e um irmão de 12, chamado Tim. Minha mãe essencialmente largou seu trabalho para me levar à cidade todo dia depois da escola para alavancar minha carreira.

JJJ: O que fez você proseguir uma carreira musical?
JM: Bem, ambos de meus pais são inclinados à música . Ambos tocam piano, eram cantores/compositores e meio que viciados em teatro. Eles se conheceram no teatro. Minha mãe foi a toda faculdade que você imaginar – ela foi à Julliard, à UCLA Berkley. Algumas famílias são interessadas em esportes, a minha é em música. Eu comecei no teatro, na Broadway e fora da Broadway fazendo várias peças, principalemente musicais. Foi aí que tudo começou.

JJJ: Que instrumentos você toca?
JM: Eu toquei piano por, tipo, uns três ou quatro anos quando era mais novo e desisti, o que foi um grande erro. Mas isso foi o suficiente para que eu pudesse ler e escrever músicas. Meus sopros não são lá essas coisas, mas posso ler e escrever uma música. Eu “tiro onda” com o saxophone. Quando era mais novo,  eu não me gabaria disso, mas agora acho que o sax é um instrumento muito legal. Acho que teve um ano em que toquei violino porque minha mãe me obrigou. Isso me permitiu a sentar e escrever uma música. Posso tocar um pouco de guitarra também, se eu praticar. Tenho uma boa memória e boa coordenação da mão com o olho, então posso tocar só de ouvir. Então se eu sentar e persistir, consigo. E, mais, tenho tocado com alguns dos melhores músicos. Minha banda é, tipo... é muito bom ter uma banda como eles. Você sonha tocar com pessoas desse tipo desde criança. Estamos prestes a sair em turnê em dezembro e estou bastante animado por isso. Um bando gatos do R&B.

JJJ: Você possui algum ritual antes de se apresentar?
JM: Nós nos juntamos e rezamos. Fazemos algo do tipo “palavra do dia” aonde qualquer coisa idiota foi dita no começo do dia ou qualquer comentário que foi muito engraçado, é transformado em palavra do dia. Não sei, é somente uma coisa que temos. Não sou um cara muito supersticioso, não possuo nenhum mantra ou nada antes de me apresentar. Simplesmente vou pro palco e deixo a adrenalina me controlar.

JJJ: Qual foi a palavra do dia para sua apresentação de Ação de Graças no NFL?
JM: Na verdade, foi leões. Mas isso não ajudou. Eles perderam feio dos Titans, mas foi um jogo divertido. Eu nunca tinha me apresentado num jogo do NFL. Foi bem intenso. Eu estava um pouco nervoso, pra falar a verdade.

JJJ: Como foi essa experiência?
JM: Foi uma loucura. Acho que a realização de que 40 milhões de pessoas estavam assistindo pela televisão – próximos aos SuperBowl – ao maior jogo de futebol americano transmitido, é um pouco constrangedor e pode te deixar um pouco balançado. Eu não me dei conta também de que quando chegamos lá, tivemos um ensaio de quatro horas no dia anterior. Não me dei conta de que iriam ter 300 dançarinos no campo, dançando as músicas. Não tinha ideia de que aquilo estava realmente acontecendo, mas foi muito legal. Uma produção e tanto.

JJJ: Como foi fazer uma turnê com a Jordin Sparks?
JM: Oh, nós viramos ótimos amigos. Jordin – essa é minha garota. Ela é demais. Foi uma ótima turnê, tivemos um ótimo momento. Ela não é afetada, é tão talentosa e a mais doce das garots. Toda a sua banda e esquipe – todo seu time é realmente divertido de se trabalhar. Eu adoraria fazer isso novamente, foi ótimo.

JJJ: Você trabalharia em uma música com ela?
JM: Definitivamente. Eu falei com ela há algumas semanas atrás numa after-party e perguntei sobre seu novo álbum. Ela disse, “Não sei. Você quer fazer parte dele?” Eu disse, “Sim.” Ela disse, “Então tá. Deixarei você sabendo.” Então, vamos ver.

JJJ: Você está escrevendo músicas para seu novo álbum?
JM: Sim, tirei o último mês de folga para meio que sentar no estúdio e relaxar. Estou trabalhando agora no novo álbum de Toni Braxton que está saindo no começo do próximo ano. Ainda, outra grande diva do pop. Isso deve ser divertido. Ela não tinha lançado nada há cinco ou seis meses, então estamos tentamos escrever algumas coisas relevantes.
Original: JustJaredJr
20 de ABRIL, 2009

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